Diagnóstico e Roadmap é o serviço para quando a empresa sabe que precisa melhorar integração, automação e uso de dados, mas ainda não tem clareza sobre por onde começar, o que é viável com os sistemas atuais e como evitar um projeto grande demais.
A Bytebio entra para transformar intenção em plano executável: mapeamos processo, dados e sistemas, definimos um backlog priorizado e desenhamos uma rota de implementação em ondas. A proposta é reduzir risco, aumentar previsibilidade e garantir que cada entrega tenha critério de aceite e impacto observável.
Alguns cenários que resolvemos
Abaixo, alguns cenários reais onde aplicamos esta abordagem
Mapa de gargalos e riscos
Levantamos os pontos onde o trabalho “quebra”: retrabalho, filas, falta de padrão e dependências manuais. O entregável é um mapa objetivo de gargalos, riscos e oportunidades, com linguagem que operação e TI entendem.
Inventário de sistemas e dados
Mapeamos sistemas, integrações existentes, fontes de dados e qualidade mínima necessária. O entregável é um inventário de “o que existe”, “o que falta” e “o que é frágil”, para evitar soluções que não param em pé.
Backlog priorizado de casos de uso
Transformamos problemas em casos de uso com escopo claro, dependências e critérios de sucesso. O entregável é um backlog priorizado para 30/60/90 dias, separando quick wins de itens estruturais.
Arquitetura mínima viável
Desenhamos a arquitetura mínima para operar: dados, integrações, regras e governança. O entregável é um desenho simples o suficiente para executar e robusto o suficiente para evoluir.
Plano de implementação em ondas
Organizamos o trabalho em sprints com entregas verificáveis, critérios de aceite e responsáveis. O entregável é um plano de execução que protege contra escopo aberto e facilita validação contínua.
Governança e mudança controlada
Definimos regras de acesso, logs, rotinas de monitoramento e processo de mudança. O entregável é um pacote de governança mínima para manter integrações, automações e IA operando com previsibilidade.
Mapeamos fluxos de atendimento, prazos, documentos e geração de peças, identificando onde há retrabalho e falta de padrão. O roadmap costuma priorizar integração entre atendimento, gestão de processos, documentos e rotinas de conferência, com rastreabilidade.
O diagnóstico foca em ponta a ponta operacional e comercial: pedidos, contratos, logística, assistência e financeiro. O roadmap prioriza integração de sistemas e padronização de cadastros e status, reduzindo decisão “no feeling” por falta de dado confiável.
Mapeamos jornada do paciente (captação, agendamento, confirmação, atendimento, cobrança) e gargalos administrativos. O roadmap normalmente prioriza integrações de agenda, atendimento e financeiro, além de triagem e resposta assistida quando houver volume.
O diagnóstico identifica onde o back office perde tempo em conferências, conciliações e atualizações manuais de status. O roadmap prioriza automação com logs e trilha de auditoria, qualidade de dados e regras claras para reduzir risco operacional.
Mapeamos manutenção, qualidade, chamados e indicadores críticos, com foco em reduzir variação e retrabalho. O roadmap prioriza integração de sistemas de operação, padronização de registros e indicadores conectados à rotina de gestão.
O diagnóstico foca em tracking, ocorrências e atendimento, identificando falhas de registro e reprocessos. O roadmap prioriza integração com TMS/ERP, padronização de status e automações de comunicação e acionamento.
Mapeamos funil comercial, execução e faturamento para entender onde a informação se perde e onde o time reprocessa. O roadmap tende a priorizar CRM bem amarrado, integração de canais e rotinas de back office para aumentar previsibilidade.
O diagnóstico identifica gargalos de entrada (canais), triagem e encaminhamento, além de inconsistências de registro. O roadmap prioriza um canal de entrada com encaminhamento e rastreabilidade, base de conhecimento consultável e indicadores de SLAs.
Mapeamos atendimento, pedidos, trocas/devoluções e rotinas de loja para reduzir atrito e retrabalho. O roadmap prioriza integração de canais com CRM/ERP, padronização de status e indicadores operacionais que suportem decisão rápida.
Saiba mais
Resultados possíveis
Menos retrabalho e digitação dupla
redução observável de tarefas manuais por integração e padronização de registros.
Prioridades claras e executáveis
backlog e plano por ondas que facilitam tomada de decisão e protegem contra escopo aberto.
Integrações mais estáveis
critérios de aceite, logs e rotinas de monitoramento para reduzir incidentes recorrentes.
Decisões mais consistentes
indicadores e dados com regras de definição e atualização, reduzindo divergências entre áreas.
Entrevistas objetivas, mapeamento de processos e levantamento de sistemas/dados. Saídas típicas: mapa de gargalos, riscos e oportunidades; inventário de integrações e dados; hipóteses de quick wins.
1
Arquitetura e planejamento incremental
Desenhamos a arquitetura mínima e o backlog priorizado (30/60/90), com critérios de aceite e dependências. Aqui fica claro o que entra, o que depende do cliente e o que fica fora.
2
Implementação ágil e integração
Execução em sprints, com entregas verificáveis. Integrações e automações entram com logs, alertas e testes, evitando “funciona só na demo”.
3
Operação e evolução contínua
Rotina de monitoramento, correções e melhorias por backlog. Governança de mudanças para evoluir sem quebrar o que já funciona.
4
Pilares de Atuação Bytebio
Consultoria, engenharia de IA e operação integradas
Três camadas integradas de entrega: Estratégia (consultoria e arquitetura), Engenharia de IA (soluções e integrações) e Operação (implementação e suporte). Da análise à execução contínua.
Qual o seu desafio?
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