A venda acontecia. A origem se perdia pelo caminho.
A indústria anunciava no Google e na Meta, recebia visitas no site e na loja on-line e vendia também pelo time comercial. Uma empresa podia chegar por um anúncio, pedir uma cotação e só depois fechar o pedido. Esse faturamento ficava fora da leitura da campanha.
Os dados existiam, mas cada área enxergava uma parte. O Google Analytics mostrava o tráfego; o CRM, sistema de acompanhamento comercial, guardava as cotações; e o ERP, sistema de gestão da empresa, registrava o que havia sido faturado. O relatório mensal reunia informações numa apresentação fechada, sem resolver a ligação entre elas.
O trabalho da Bytebio começou na definição do que contar como venda vinda do digital e de como reconhecer essa venda entre os sistemas.
Para medir a venda, era preciso preservar a origem.
Primeiro, a Bytebio organizou a nomenclatura dos anúncios para distinguir B2B, a venda para empresas, de B2C, a venda para o consumidor. Cada frente passou a ter seu próprio retorno, em vez de um único número misturar as duas operações.
Depois, estruturou as UTMs, os parâmetros no link que identificam a origem da visita, incluindo um campo próprio para a palavra-chave. Quando uma empresa pedia uma cotação pelo site, a origem do clique ficava registrada junto ao CNPJ. Esse vínculo permitia relacionar o faturamento posterior à campanha que trouxe a oportunidade.
Para fazer a informação circular, desenvolvemos APIs, conexões pelas quais os sistemas trocam dados. Anúncios, site, loja on-line, CRM, ERP e newsletter passaram a alimentar uma base consolidada, usada pelos painéis de marketing e vendas.
- Clique no anúncio
Campanha, termo e tipo gravados na UTM
- Cotação pelo site
O CNPJ fica ligado à origem do clique
- Venda faturada no ERP
O faturamento volta para a mesma origem
- ROAS da campanha atualizado
B2B e B2C separados pelo nome do anúncio