Case · Indústria de alimentos

Cada real em anúncio, ligado ao que foi faturado

Uma indústria de alimentos vende para empresas e para o consumidor, com anúncios no Google e na Meta, site, loja on-line e um time comercial. Saber quanto cada campanha trazia de venda exigia juntar dados que viviam separados. Montamos a estrutura que leva o clique até a nota faturada e os painéis que mostram o retorno de cada campanha.

Setor
Indústria de alimentos
Frentes
Dados e integrações
Sigilo
Nome e números preservados

Publicado em .

Venda rastreadaTela ilustrativa
Cotação de uma empresa, pelo CNPJOrigem: anúncio no GoogleB2B
  1. Anúncio
  2. Visita
  3. Cotação
  4. Pedido
  5. Faturado

Etapa atual: Faturado

  1. Clique no anúncioCampanha, termo e tipo gravados na UTM
  2. Cotação pelo siteO CNPJ fica ligado à origem do clique
  3. Venda faturada no ERPO faturamento volta para a mesma origem
  4. ROAS da campanha atualizadoB2B e B2C separados pelo nome do anúncio
Do anúncio ao faturamento, na mesma linha.

Quer ver os detalhes?

O case inteiro, por tema. Toque para abrir.

O ponto de partida

O anúncio estava num lugar. A venda, em outro.

Os cliques ficavam nas plataformas de anúncio, o tráfego no Google Analytics, as cotações no CRM e o faturamento no ERP. A venda para empresas, que passa por cotação e pedido, não aparece no painel do anúncio.

Sem ligar essas pontas, o retorno de cada campanha ficava no escuro, e o relatório do mês era uma apresentação fechada.

Sem a venda, o anúncio só mostra o clique.

  • MarketingEssa venda veio de qual campanha?
  • Faturamento do mêsCNPJ
  • ComercialCotação do site: conferir de onde veio
  • Relatório mensalApresentação de marketing: versão final
Cena ilustrativa: os dados antes de serem ligados.

Em vídeo

O caminho do anúncio ao faturamento, explicado

Como UTMs, CRM e painéis ligam cada campanha à venda: o mesmo caminho deste case, mostrado passo a passo.

O que construímos

Do clique à nota faturada, numa linha só

Cada venda precisava carregar a sua origem do começo ao fim. O trabalho foi garantir isso em cada etapa.

  1. Nome dos anúncios

    Uma regra de nomes diz o tipo de campanha, B2B ou B2C, e a origem de cada anúncio.

    Nomenclatura padrão
  2. UTMs

    Os links levam UTMs, inclusive uma própria para a palavra-chave.

    Origem gravada
  3. Cotação com origem

    A cotação do site guarda a origem do clique junto com o CNPJ.

    CNPJ rastreado
  4. Faturamento

    O que foi faturado no ERP volta ligado ao CNPJ e à campanha.

    Venda real
  5. Dados consolidados

    APIs próprias juntam anúncios, site, loja on-line, CRM, ERP e newsletter num banco de dados.

    Um banco só
  6. Painéis

    No Looker Studio, um relatório de marketing por período e um painel de ROAS e vendas.

    ROAS por campanha
  7. Manutenção

    Campos novos, filtros e fontes revisadas conforme o negócio muda.

    Painéis em dia

Como fizemos

Primeiro combinar o que medir. Depois, ligar os dados.

O projeto passou pelas três camadas do nosso método e usou duas das cinco frentes de engenharia da Bytebio.

  1. Estratégia

    O que é uma venda digital

    Combinamos como reconhecer a venda que veio do digital, como separar B2B de B2C e que nome cada anúncio deve ter.

  2. Engenharia

    Dados ligados de ponta a ponta

    Cada fonte passou a falar com as outras pelo CNPJ e pela UTM.

  3. Operação

    Painéis que acompanham o negócio

    Conferência de rotina, fontes revisadas e campos ajustados a cada mudança pedida pelo time.

O que mudou

Cinco perguntas sobre o retorno dos anúncios, antes e agora

  • Qual campanha trouxe a venda?

    AntesO anúncio mostrava o clique, não o faturamento.

    AgoraA venda faturada volta ligada à campanha pelo CNPJ e pela UTM.

  • B2B e B2C dão o mesmo retorno?

    AntesSem separar, o número era um só.

    AgoraO nome do anúncio separa os dois, e cada um tem o seu ROAS.

  • Que palavra-chave vendeu?

    AntesA UTM padrão não guardava o termo.

    AgoraUma UTM própria leva a palavra-chave até a cotação.

  • Como sai o relatório do mês?

    AntesUma apresentação fechada, montada a cada mês.

    AgoraUm painel por período, que serve para qualquer intervalo.

  • O painel acompanha as mudanças?

    AntesPainel parado envelhece com o negócio.

    AgoraCampos, filtros e fontes são ajustados sob demanda.

  • Pergunta novaE se o nome dos anúncios mudar?

    AgoraO cálculo depende dele: a mudança é combinada antes, para não perder o histórico.

Com cuidado

Dados que a empresa entende e leva com ela

A estrutura é da empresa, e quem assume consegue continuar.

  • Regra escrita

    A nomenclatura dos anúncios e as UTMs ficam documentadas.

  • Passagem explicada

    Quando outro time assume, a estrutura é apresentada e explicada.

  • Na casa do cliente

    A estrutura está sendo levada para o servidor da própria empresa.

Por isso este case não tem nomes nem números

Preservamos a identidade do cliente, o investimento em mídia, o faturamento, os valores de ROAS e os parceiros envolvidos. Quem nos contrata espera o mesmo cuidado.

Para quem faz sentido

Quando vale a pena, e quando ainda não é a hora

Faz sentido quando

  • A empresa anuncia e parte da venda passa por cotação ou pedido.
  • Marketing e comercial precisam olhar o mesmo número.
  • Os dados estão espalhados entre anúncios, site, CRM, ERP e loja on-line.

Ainda não é prioridade quando

  • A venda é toda on-line, numa plataforma que já mede o retorno.
  • O investimento em mídia ainda é pequeno.

Próximos passos possíveis

O que dá para ligar na mesma estrutura

Caminhos que os mesmos dados deixam abertos.

  • Painel do comercial

    O retorno das campanhas visto pelo time de vendas, por região e representante.

  • Nova nomenclatura

    Trocar a regra de nomes sem perder a comparação com o histórico.

  • Alcance e seguidores

    As métricas das redes ao lado das de venda.

  • Loja on-line e B2B lado a lado

    Os dois canais no mesmo painel, cada um com o seu retorno.

Você sabe quanto cada campanha vendeu de verdade?

Começamos por um diagnóstico das fontes: anúncios, site, CRM e ERP. Daí sai o desenho do que medir e o primeiro painel.

  • Do clique ao faturamento
  • B2B e B2C separados
  • Painéis que o time entende
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