Onde o atendimento parava
O balcão e o WhatsApp disputavam a mesma pessoa.
Durante o expediente, a recepção respondia sobre procedimentos, valores e horários enquanto atendia quem já estava na clínica. As mensagens se acumulavam. À noite e nos fins de semana, o paciente precisava esperar para conseguir marcar, e muitos procuravam outra clínica.
O problema continuava depois do agendamento: uma consulta esquecida deixava um horário vazio, enquanto lembretes de retorno e pesquisas de satisfação ficavam para depois. Era preciso conectar essas etapas à rotina do atendimento.
A recepção encerrava o expediente. As mensagens continuavam chegando.
Imagem ilustrativa da página do ByteClínicas. Não retrata a clínica deste case.A contribuição da Bytebio
Primeiro, entender a rotina. Depois, configurar o atendimento.
A Bytebio mapeou como o paciente chegava, quais dúvidas trazia, como funcionavam as agendas dos especialistas e onde a recepção encontrava dificuldades. Esse levantamento orientou as regras do atendimento automatizado.
O ByteClínicas foi configurado para responder com as informações da clínica, consultar horários disponíveis e marcar a consulta na conversa. O Kommo passou a reunir os registros de cada paciente e do atendimento, ligando o que era dito no WhatsApp ao trabalho da equipe.
A coleta de informações preparava a passagem para a equipe: o que o paciente buscava e o que relatava ficava registrado. Quando era necessário atendimento humano, a recepção assumia com o histórico da conversa. A avaliação clínica continuava com o profissional de saúde.
A clínica fornece as informações de atendimento e define as regras: quais horários oferecer e quando a recepção deve assumir. A Bytebio configura as conexões e acompanha a operação.